Tony Meléndez, nasceu na Nicarágua, mas foi viver muito cedo para os Estados Unidos.É um guitarrista e cantor muito especial, pois toca de forma soberba, mas com os pés.
sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009
quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009
A importância da leitura na aprendizagem ao longo da vida
Foi no dia 15 de Dezembro que o Armindo Torres, o Sílvio Gomes e o Jorge Neves concluiram o seu processo RVCC de nível Secundário. Mais uma grande oportunidade de aprendizagem para todos os elementos do júri de certificação. Experiências de vida bem distintas mas em comum o brio, a solidariedade, a determinação em ir sempre mais além . Votos de muitos sucessos em todos os projectos a empreender!
Fica-nos a partilha do Sílvio Gomes sobre um dos meios de desenvolvimento das suas competências: o livro.
O livro sempre foi, ao longo da história, o armário de excelência onde se depositou o conhecimento para que perdurasse no tempo.
Toda a aprendizagem se inicia nos livros, sejam manuais escolares ou romances de autor.
Também na minha história de vida, os livros mereceram papel de destaque. Sempre li com prazer e procurei daí retirar conhecimento. Sinto que, com a leitura, enriqueci o meu vocabulário e melhorei a minha capacidade de colocar no papel as minhas ideias e pensamentos. A leitura permite-me viajar no tempo, conhecer e aprender como foi a vida no passado, aprender história, conhecer o mundo contemporâneo, em suma, enriquecer-me culturalmente.
O último romance que li e que recomendo foi “A vida num sopro” de José Rodrigues dos Santos. É um exemplo de como se pode aprender muito sobre um período da nossa história, a sós, no folhear de páginas. Com este livro fiquei com uma imagem muito mais clara da realidade que se vivia neste momento da nossa história, o Estado Novo.
Há quem ache que alguns livros são aborrecidos porque não têm imagens, isto é um engano, todos os livros têm imagens, apenas cabe ao leitor criá-las na sua mente, é esse um dos maiores prazeres que retiro da leitura.
Toda a aprendizagem se inicia nos livros, sejam manuais escolares ou romances de autor.
Também na minha história de vida, os livros mereceram papel de destaque. Sempre li com prazer e procurei daí retirar conhecimento. Sinto que, com a leitura, enriqueci o meu vocabulário e melhorei a minha capacidade de colocar no papel as minhas ideias e pensamentos. A leitura permite-me viajar no tempo, conhecer e aprender como foi a vida no passado, aprender história, conhecer o mundo contemporâneo, em suma, enriquecer-me culturalmente.
O último romance que li e que recomendo foi “A vida num sopro” de José Rodrigues dos Santos. É um exemplo de como se pode aprender muito sobre um período da nossa história, a sós, no folhear de páginas. Com este livro fiquei com uma imagem muito mais clara da realidade que se vivia neste momento da nossa história, o Estado Novo.
Há quem ache que alguns livros são aborrecidos porque não têm imagens, isto é um engano, todos os livros têm imagens, apenas cabe ao leitor criá-las na sua mente, é esse um dos maiores prazeres que retiro da leitura.
Sílvio Gomes - Candidato RVCC- NS
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NO Ler+
domingo, 13 de Dezembro de 2009
quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009
O Livro da minha Vida
Enquanto desenrolamos os fios multicolores, feitos de experiências, com os quais vamos bordando as nossas histórias pessoais, uma voz desolada faz-se ouvir: “Não gosto de ler...”.
Na sessão de Cultura, Língua e Comunicação, reflectimos sobre os livros que mais nos marcaram na nossa vida e, quando alguns afirmam que adoram ler, é difícil reconhecer, perante o grupo, que não se gosta… Mas será que se trata de uma recusa definitiva?
Os pontos (de vista) vão-se cruzando e observa-se, de repente, um relevo no nosso trabalho: é um pequeno ponto, tão reduzido que quase não se distingue a olho nu! Importa estudá-lo com mais atenção. Na orla, vislumbram-se, de forma pouco nítida, traços de uma passagem pela Escola. As linhas estão, agora, espalhadas, não em cima da mesa, mas à nossa volta, e envolvem-nos suavemente. Mas a afirmação “Não gosto de ler” teima em reaparecer num esquema repetitivo.
Vamos, então, relembrando alguns momentos vividos com o LIVRO: uma história premiada num concurso literário… O reencontro desse texto num livro… Como é possível que momentos tão marcantes (que testemunham uma relação próxima com os livros) se tenham esbatido?
Volto a pegar no meu bastidor: Que ponto vou agora realizar? Escolho o ponto cheio, com o qual vou preencher o traçado que vou fazendo à medida da minha inspiração e criatividade.
Agora, é tempo de uma leitura em voz alta.
“Obrigada!” (e, desta vez, a voz é emocionada), “já há tanto tempo que ninguém lia para mim…”
Assim vai surgindo, pouco a pouco, a reconciliação com a LEITURA!
Na sessão de Cultura, Língua e Comunicação, reflectimos sobre os livros que mais nos marcaram na nossa vida e, quando alguns afirmam que adoram ler, é difícil reconhecer, perante o grupo, que não se gosta… Mas será que se trata de uma recusa definitiva?
Os pontos (de vista) vão-se cruzando e observa-se, de repente, um relevo no nosso trabalho: é um pequeno ponto, tão reduzido que quase não se distingue a olho nu! Importa estudá-lo com mais atenção. Na orla, vislumbram-se, de forma pouco nítida, traços de uma passagem pela Escola. As linhas estão, agora, espalhadas, não em cima da mesa, mas à nossa volta, e envolvem-nos suavemente. Mas a afirmação “Não gosto de ler” teima em reaparecer num esquema repetitivo.
Vamos, então, relembrando alguns momentos vividos com o LIVRO: uma história premiada num concurso literário… O reencontro desse texto num livro… Como é possível que momentos tão marcantes (que testemunham uma relação próxima com os livros) se tenham esbatido?
Volto a pegar no meu bastidor: Que ponto vou agora realizar? Escolho o ponto cheio, com o qual vou preencher o traçado que vou fazendo à medida da minha inspiração e criatividade.
Agora, é tempo de uma leitura em voz alta.
“Obrigada!” (e, desta vez, a voz é emocionada), “já há tanto tempo que ninguém lia para mim…”
Assim vai surgindo, pouco a pouco, a reconciliação com a LEITURA!
Lídia ribeiro - Formadora de CLC
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NO Ler+
terça-feira, 1 de Dezembro de 2009
É de justiça
Se atendermos às competências de tanta gente anónima as quais, contribuem para o desenvolvimento do nosso País e o fazem “mover”, reconheceremos que é de justiça dar visibilidade a esse conjunto variadíssimo de competências, certificando-as, valorizando-as e tornando-as públicas contribuindo assim para proveito e maior enriquecimento de todos.
Luisa Esteves - Avaliadora Externa
Muitos Parabéns ao Hugo, ao Fernando e ao Nuno por todas as competências evidenciadas e por todos os seus sonhos que têm feito e farão pular e avançar o nosso mundo.
Cristina Costa - Coordenadora Pedagógica
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RVCC-NS
segunda-feira, 16 de Novembro de 2009
A importância da aprendizagem informal
Na sessão de Júri de RVCC-Nível Básico do passado dia onze de Novembro, uma adulta defendia, no culminar de um processo de auto-reflexão e auto-avaliação da sua experiência de vida pessoal e profissional, uma apresentação no âmbito da sua actividade profissional - a repintura automóvel.
O Júri ouviu, atentamente, a adulta ao descrever com evidente persuasão, toda a sequência de fases desse processo técnico, explicando detalhadamente as operações necessárias à reparação de uma viatura sinistrada.
O Júri ouviu, atentamente, a adulta ao descrever com evidente persuasão, toda a sequência de fases desse processo técnico, explicando detalhadamente as operações necessárias à reparação de uma viatura sinistrada.
Enquanto Formador de Cidadania e Empregabilidade, área que tem um carácter transversal e que procura trabalhar comportamentos e atitudes, esta situação fez-me reflectir sobre as formas como pode o adulto “adquirir” novas competências à luz do conceito de aprendizagem ao longo da vida, de que nos falam as Ciências da Educação.
Na verdade, o gerente da firma é efectivamente o especialista em repintura automóvel, com quem a adulta em causa trabalha há mais de 30 anos, sendo o seu “braço direito” mas na realidade, ela acabou por nos evidenciar claramente que também “ percebe do ofício”.
A adulta é autónoma, revelando claramente competências ao nível da dimensão do saber-fazer sem ter frequentado o sistema formal de ensino, dando consistência ao pressuposto de que a aprendizagem dos adultos revela-se mais consistente se acontecer pela reconstrução dos seus saberes e experiências e pela reelaboração das representações que tem sobre si próprios. É este, um exemplo prático de educação não formal e de educação informal.
Em jeito de reflexão, “O adulto é alguém que acumula uma diversidade de experiências, revelando maior interesse na aprendizagem a partir das suas situações de vida do que na aprendizagem de conteúdos e como diz o antigo Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio, “A cidadania (…) é vontade de aperfeiçoar, de servir, de realizar, é espírito de inovação, de audácia, de risco, é pensamento que age e acção que se pensa.”
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Jorge Sá- Formador de CE
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RVCC-NB
domingo, 8 de Novembro de 2009
Um retrato do processo RVCC…só poderia ser com cores muito vivas
Para realizar o processo, passei por um bom treino intelectual.
Foi essencial pensar e relembrar o passado, as minhas vivências de criança, vivências escolares e profissionais, o que foi muito agradável. Extrai vários valores que estavam arrumados.
Quanto mais trabalho desenvolvia, mais incentivada ficava para continuar e concluir esta viagem colorida pelas novas oportunidades.
Com o tempo, fui-me apercebendo das minhas competências adquiridas nas diversas áreas. Se não fosse a realização do processo, certamente nunca iria reflectir sobre elas e ficaria sem ter conhecimento que as tinha.
Esta viagem foi facilitada pelo profissionalismo e o incentivo da equipa que me acompanhou foi de uma extrema importância para chegar a bom porto.
Para a Dr.ª Filipa Rodrigues, Dr.ª Cristina, Dr.ª Teresa Guarda, algo que posso oferecer e ainda possuir… as minhas próprias palavras.
A minha enorme gratidão.
Para todos os que ainda tenham dúvidas sobre o RVCC deixo esta mensagem:
O tempo não espera por ninguém e não se pode reciclar mas as experiências de vida, sim. Aguardam por ser transformadas em mais valias pessoais e sociais.
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Maria Alice Silva- Candidata RVCC -NB
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